Atualmente, a cidade conta com o trabalho da Escola Especial Romeu Dedé Ribeiro, que faz um belo trabalho atendendo estudantes com necessidades especiais e desempenha um papel importante na inclusão educacional. No entanto, muitos moradores defendem que o município poderia avançar ainda mais na estrutura de atendimento, com a criação de uma entidade específica, como uma APAE ou um centro especializado em autismo.
Uma das sugestões levantadas pela comunidade é a utilização do antigo prédio do Albergue Municipal Otelo Andreta, localizado na região central da cidade. O espaço encontra-se em estado de abandono, com acúmulo de sujeira, presença de animais e aspecto de deterioração, o que também acaba prejudicando a aparência do centro urbano.
Diante desse cenário, moradores questionam se o local poderia ser revitalizado e transformado em um espaço voltado ao atendimento e apoio de pessoas com deficiência e autismo. A iniciativa, além de dar nova utilidade a um prédio público atualmente sem uso, poderia ampliar a rede de atendimento social e educacional no município.
A discussão reforça a importância de políticas públicas voltadas à inclusão, ao acolhimento e ao suporte às famílias que convivem diariamente com os desafios do autismo e de outras deficiências, garantindo mais qualidade de vida e oportunidades para todos.








