Fica o alerta ao trafegar sobre o bueiro. A Secretaria de Obras deverá fazer uma vistoria logo mais.
Esse local sempre será atingido pela chuva. O que deveria ser feito é uma ponte, como a que existe a poucos metros adiante.
🎥: Nara Hemann
Fica o alerta ao trafegar sobre o bueiro. A Secretaria de Obras deverá fazer uma vistoria logo mais.
Esse local sempre será atingido pela chuva. O que deveria ser feito é uma ponte, como a que existe a poucos metros adiante.
🎥: Nara Hemann
São Francisco de Assis decretou situação de emergência devido às destruições causadas pela chuvarada na cidade e interior. Na região, a cidade de Jaguari decretou situação de calamidade pública.
Em situação de emergência ou estado de calamidade pública, o poder público reconhece que uma situação anormal causada por desastres está impactando a comunidade.
A diferença principal reside na intensidade dos danos: a emergência indica danos superáveis pela comunidade, enquanto a calamidade pública representa danos sérios, afetando a incolumidade ou vida da população.
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| Imagem aérea da Ponte (bloqueada totalmente) sobre o Rio Jaguari grande, na RS-241, entre São Francisco de Assis a São Vicente do Sul. FOTO: Lennon Cananéa. |
Município com decreto de estado de calamidade pública: 1
Jaguari
Municípios com decreto de situação de emergência: 21
Dona Francisca
Cerro Branco
Agudo
Nova Palma
Cruzeiro do Sul
Passa Sete
São Sebastião do Caí
Cacequi
Rosário do Sul
Tupanciretã
Nova Santa Rita
São Francisco de Assis
Liberato Salzano
Amaral Ferrador
Toropi
Montenegro
Silveira Martins
São Vicente do Sul
Júlio de Castilhos
Paraíso do Sul
Dilermando de Aguiar
*Apenas as pessoas e os animais resgatados pelas forças de segurança do Estado.
- Dados atualizados às 09h desta segunda-feira (23).
Assim como em centenas de locais de São Francisco de Assis e região, o Balneário Poço da Pedra também ficou destruído com as fortes chuvas.
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| IMAGENS: Evandro Salbego Resta |
A enchente desta madrugada destruiu novamente o aterro da Ponte sobre o Rio Jaguari-Mirim, acesso da localidade do Beluno ao Rincão dos Luzes, em São Francisco de Assis.
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| FOTOS: Neila Sacardi |
São Francisco de Assis registra altíssimos volumes pluviométricos de chuva desde o início da noite desta quinta-feira (08). Nas últimas 24h, nossa cidade registra 147mm, segundo a Estação Meteorológica do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS). A chuva deve parar no início desta noite.
| Imagem: Rádio Serrana FM/Neila Sacardi |
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| Imagem: Amir Dilvane Sacardi |
A Sala de Situação atualiza a previsão da condição meteorológica no estado para os dias 23 e 24 de outubro.
Os acumulados poderão variar poderão variar entre 30 a 60 mm sobre áreas da Campanha, Oeste, Missões, Noroeste, Norte e Região Metropolitana de Porto Alegre. Nas demais regiões, os acumulados devem ser inferiores a 30 mm.Na quarta-feira (23), instabilidades associadas a um sistema de baixa pressão sobre a Argentina se intensificam, trazendo chuva moderada a forte acompanhada de descargas elétricas, eventual queda de granizo e temporais isolados nas regiões Oeste, Campanha, Centro, Norte, Nordeste, Serra, Vales e Região Metropolitana de Porto Alegre. Os acumulados ficam entre 20 e 40 mm/dia em áreas da Campanha, Oeste, Norte e Vales, e abaixo de 15 mm/dia nas demais regiões. Além disso, as rajadas de vento associadas às instabilidades podem chegar aos 90 km/h.
Durante a quinta-feira (24), o sistema de baixa pressão permanece se intensificando e se aprofunda sobre o Uruguai e Sul gaúcho, dando origem a um ciclone extratropical. Esse ciclone aliado a uma frente fria deve trazer chuvas fortes acompanhadas de descargas elétricas, queda de granizo, ventos intensos e tempestades em todo o Rio Grande do Sul. Os ventos devem ser constantes de 60 a 80 km/h na metade Sul do Estado, Serra, Nordeste, Região Metropolitana de Porto Alegre e todo o Litoral, e as rajadas podem ultrapassar os 90 e 100 km/h associadas às instabilidades. Os acumulados ficam em torno de 40 a 50 mm/dia na Campanha, Oeste, Centro, Região Metropolitana de Porto Alegre e Norte do Estado.
Atenção! A Defesa Civil orienta: durante as chuvas, tome precauções como desligar eletroeletrônicos, fechar bem portas e janelas, buscar abrigo seguro, e evitar atravessar alagamentos a pé ou de carro. Consulte a Defesa Civil local para informações sobre Planos de Contingência e saiba como agir em caso de desastre no seu município. Emergência ligue 190 ou 193.
A Sala de Situação atualiza a condição atual e previsão hidrológica para os dias 23 e 24 de outubro:
A condição hidrológica atual é de níveis em limiares de normalidade em todo o estado, com os rios apresentando tendências de estabilidade ou declínio. A previsão indica chuvas com baixos volumes em todo o estado e moderadas (até 60 mm) na região de divisa com o Uruguai, podendo ultrapassar pontualmente esses valores com o avanço das tempestades pelo estado.Dessa forma é indicado o grau de ALERTA (cidades em amarelo no mapa hidrológico) para as bacias hidrográficas na metade sul do estado, sendo elas: Ibicuí, Quaraí, Santa Maria, Negro, Vacacaí-Vacacaí Mirim, Camaquã e Mirim-São Gonçalo.
Nessa condição de alerta é apontado o risco de elevação em arroios e rios menores, com possibilidade de inundações desses corpos hídricos, que não possuem monitoramento, além do risco de alagamentos pontuais em perímetros urbanos. Esses eventos devem ocorrer em locais onde a chuva apresentar elevada intensidade (grandes volumes em pouco tempo).
Defesa Civil alerta para tempestades isoladas, chuva persistente, rajadas de vento intensas e alagamentos pontuais. Válido até às 20h desta quarta-feira, 25 de setembro, para a área em vermelho no mapa. Em caso de emergência, ligue 190/193.
A Sala de Situação do RS atualiza a previsão da condição meteorológica para os próximos dias. Alerta para o total acumulado de chuva que pode chegar ou ultrapassar os 300mm sobre áreas da Campanha e Sul:
Na noite de domingo (22), uma nova frente fria, associada a uma baixa pressão na Argentina, se aproxima do Estado pelo Uruguai, trazendo chuvas fortes, temporais isolados, descargas elétricas e possível granizo, especialmente na Campanha, Sul e Costa Doce, com volumes de 25 a 50 mm/dia e rajadas de vento acima de 80 km/h.
Na madrugada de segunda-feira (23), pancadas de chuva e temporais pontuais ocorrerão na Campanha, Sul, Costa Doce, Região Metropolitana de Porto Alegre e Litoral Sul e Médio, com acumulados de 50 a 100 mm/dia, rajadas de vento de 40 a 75 km/h.
Na terça-feira (24), a frente fria continuará no Oeste, Campanha e Sul, com chuvas de 60 a 110 mm/dia e rajadas de 30 a 50 km/h, podendo ultrapassar 60 km/h com as instabilidades.
Na quarta-feira (25), a frente permanecerá estacionária, trazendo chuvas de 70 a 120 mm/dia na metade Sul e risco de temporais à tarde, com rajadas de 40 a 60 km/h.
Na quinta-feira (26), a frente avançará sobre o Rio Grande do Sul, com chuvas moderadas a fortes no Norte, Nordeste, Serra, Litoral Norte, Vales e Região Metropolitana de Porto Alegre, acumulando 30 a 70 mm/dia.
Atenção! A Defesa Civil orienta: durante as chuvas, tome precauções como desligar eletroeletrônicos, fechar bem portas e janelas, buscar abrigo seguro, e evitar atravessar alagamentos a pé ou de carro.
Consulte a Defesa Civil local para informações sobre Planos de Contingência e saiba como agir em caso de desastre no seu município. Emergência: ligue - 190 ou 193.
Nossa cidade não tem risco de chuvarada, segundo a MetSul Meteorologia. Mas tudo pode mudar, ficamos em atenção!
| Acumulados de chuva até às 13h desta quinta-feira (22). |
Nesta quinta-feira (22), com o avanço de uma frente fria, as chuvas moderadas a pontualmente fortes com descargas elétricas atuam sobre praticamente todo o Estado, com volumes em torno dos 50 aos 80 mm/dia no Oeste, Campanha e Sul, e entre 20 a 40 mm/dia, nas demais áreas. Nas regiões Noroeste, Centro-Norte e Serra, há chance de queda de granizo e rajadas de vento variam entre 40 e 60 km/h. Com um ciclone sobre o oceano, o mar segue agitado na costa gaúcha. No decorrer da noite, as temperaturas entram em declínio, especialmente na metade Sul.
Na madrugada e manhã da sexta-feira (23), com o lento avanço da frente fria, as chuvas fracas atuam na metade Norte, Centro e Costa Doce, e com moderada a forte intensidade nas regiões Norte, Serra e Litoral Norte, trazendo acumulados em torno dos 50 aos 90 mm/dia. Nas demais regiões, há condições para chuviscos. As temperaturas ficam mais baixas em comparação aos dias anteriores, com mínimas entre 7 e 13°C, e máximas em torno dos 8 aos 18°C. Além disso, o mar permanece agitado e há risco de ressaca.
No sábado (24), a circulação marítima favorece os chuviscos/chuva fraca em praticamente todo o Rio Grande do Sul, com chuva moderada nos Campos de Cima da Serra. As temperaturas mínimas ficam em torno dos 3 aos 11°C, e as máximas entre 8 e 14°C, não passando dos 5°C na Serra gaúcha. Os ventos sopram de sul no Litoral, com rajadas de até 55 km/h, e ao longo do dia o mar segue agitado na costa gaúcha. No final da noite, há chance de precipitação invernal em áreas altas da Serra.
A tendência é que o domingo (25) inicie com temperaturas mais baixas em comparação aos dias anteriores, variando entre 1 e 6°C sobre o Estado, chegando aos 0°C na Serra, e com condições de chuviscos/chuva fraca e precipitação invernal em áreas altas da Serra gaúcha.
| Foto: MetSul Meteorologia |
| Foto: MetSul Meteorologia |
Frente quente que vai se formar entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul vai provocar dias seguidos de instabilidade com chuva volumosa.
A MetSul Meteorologia alerta para um período favorável à ocorrência de episódios de chuva forte com raios e risco de temporais isolados de vento e queda de granizo no Rio Grande do Sul. Será um período de instabilidade de vários dias e que tende a afetar mais o Oeste, a Campanha e o Sul do estado.
Uma bolha de calor se forma no Centro-Oeste do Brasil e se instala no final desta semana uma onda de calor que vai afetar todas as regiões do país, e que tende a se intensificar na semana que vem sob um padrão de bloqueio atmosférico com temperaturas de até 40ºC a 43ºC no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Uma corrente de jato (vento) em baixos níveis da atmosfera, entre 1000 e 2000 metros de altitude, que se forma no interior do continente, traz o ar quente também para o Rio Grande do Sul, afetando mais a Metade Norte gaúchas nos próximos dia com tardes de calor. Máximas de 32ºC a 35ºC podem ocorrer no Noroeste gaúcho durante a primeira metade da próxima semana. O ar quente, ao avançar sobre a atmosfera fria mais ao Sul, vai organizar uma frente quente. Essa frente vai ficar quase estacionária entre o Oeste, o Sul gaúcho e o Uruguai no fim de semana e no começo da semana que vem, gerando instabilidade frequente nestas zonas.
No final desta sexta-feira (16), que é de sol e nuvens no Rio Grande do Sul, já não se descarta chuva isolada no Sul gaúcho. Neste sábado (17) se espera instabilidade com chuva isolada atingindo pontos do Oeste, Centro, Sul e do Leste gaúcho, logo não se afasta que a chuva alcance a área de Porto Alegre, mas mesmo assim o sol aparece com nuvens na maior parte das cidades.
Já no domingo (18), o sol aparece com nuvens em várias regiões do estado, entretanto pode ocorrer instabilidade localizada em pontos do Leste do estado e, principalmente, no Sul gaúcho na segunda metade do dia. Na segunda-feira (19), à medida que ar quente avança sobre o Rio Grande do Sul, a frente quente já quase estacionária se reforça sobre o Uruguai e o Sul gaúcho, onde ocorrem pancadas isoladas de chuva com raios e ocasional granizo isolado. Mesmo no Sul, apesar da instabilidade, podem ocorrer momentos de melhoria com abafamento.
Na terça (20), o sistema semi-estacionário continua a oscilar e gerar instabilidade com chuva, raios e ocasionais temporais isolados no Oeste, Campanha e no Sul do estado ao passo que na Metade Norte o sol aparece com nuvens sob temperatura elevada.
Na quarta (21), uma massa de ar frio começa a impulsionar o sistema que passa a ser uma frente fria. O sol aparece com nuvens na Metade Norte com calor intenso, mas na Campanha e no Sul do estado o avanço da frente fria traz chuva com risco de temporais isolados (risco baixo a médio).
Na quinta (22), a frente avança pelo Rio Grande do Sul e traz chuva para a maior parte do estado, inclusive Porto Alegre e região metropolitana. No extremo Sul, no Chuí, pode ocorrer melhoria. A chuva pode vir com pancadas fortes isoladas e temporais em pontos bastante localizados.
Na sexta-feira (23), com avanço de ar mais frio e o afastamento da frente fria para os estados do Paraná e Santa Catarina, ar mais frio ingressa no Rio Grande do Sul e o tempo melhora pelo Oeste e o Sul, porém em parte do estado ainda pode ter chuva durante o dia.
Uma vez que a instabilidade tende a atuar nos próximos dias mais para o Sul do estado pela frente quente que passará a semi-estacionária e depois fria, a tendência é que os mais altos volumes de chuva se concentrem justamente mais ao Sul e ao Oeste gaúcho enquanto na Metade Norte deve chover pouco. Os mapas a seguir mostram as projeções da rodada da 0Z de hoje de chuva acumulada em sete dias no Rio Grande do Sul com base em dados dos modelos meteorológicos alemão (Icon), do Centro Meteorológico Europeu (ECMWF) e do serviço meteorológico canadense (CMC).
Como se observa, há um consenso entre os modelos numéricos que vários pontos do Oeste e do Sul do Rio Grande do Sul podem ter acumulados perto e acima de 100 mm na soma dos próximos sete dias. Em algumas localidades, a precipitação no período devem ser até maior com marcas de 150 mm a 200 mm.
Frentes quentes, como se espera se forme no começo da semana no Sul do estado, são sistemas que habitualmente provocam muitos raios e elevada probabilidade de queda de granizo. Vendavais isolados até podem ocorrer, mas não são a regra em sistemas frontais quentes. Modelos de previsão de incidência de raios analisados pela MetSul indicam uma maior ocorrência de descargas elétricas na Campanha e no Sul do estado entre segunda (19) e quarta-feira (21), mas os números não são excessivamente altos.
Ponderamos que neste tipo de situação, com frente quente e frente semi-estacionária, há uma maior propensão a mudanças de prognóstico dia a dia, assim recomendamos ficar atentos aos boletins do tempo atualizados pela MetSul Meteorologia durante os próximos dias.
A Sala de Situação e a Defesa Civil do RS atualizam os cinco maiores índices pluviométricos registrados nos últimos quatro dias (96 horas):
CEMADEN:
• Morrinhos do Sul: 192 mm
• Ijuí: 177,4 mm
INMET:
• Santiago: 232,0 mm
• Tupanciretã: 184,6 mm
ANA:
• São Francisco de Assis: 226,8 mm
Até o momento, 20 municípios reportaram danos e ocorrências em decorrência das chuvas intensas: Cacequi, Capão do Cipó, David Canabarro, Morrinhos do Sul, Quaraí, Santa Maria, São Francisco de Assis, São Vicente do Sul e Tupanciretã com transtornos associados.
Os municípios que reportaram danos mais significativos ou foram incluídos hoje na lista de municípios afetados foram:
• Caçapava do Sul - Reportadas chuvas intensas e pequenos danos no município.
• Ciríaco - Reportou danos em estradas do interior, pontilhões e bueiros após chuvas intensas.
• Dilermando de Aguiar - Pontos de alagamento na área rural, com bloqueio de estradas.
• Gentil - Devido forte chuva e enxurradas, ocorreram estragos em lavouras, estradas, bueiros obstruídos e pontes.
• Jaguari - Localidade de Jaguarizinho (interior de Jaguari) estrada vicinal bloqueada. Inundação do Rio Jaguarizinho, na divisa com São Francisco de Assis.
• Pelotas - Em Pelotas alguns registros de alagamentos em áreas comumente afetadas, diante da contínua precipitação. Além disso, dois registros de danos: uma residência muito vulnerável, onde a Defesa Civil municipal entregou lonas e outra que alagou e as causas estão sendo verificadas por equipes da prefeitura.
• São Martinho da Serra - Muitos pontos de alagamento na cidade e interior.
• São Pedro do Sul - Muitos danos na malha viária e nas lavouras.
• Uruguaiana - No bairro São João, apresenta alagamentos em vias do perímetro urbano.
• Vanini- Chuvas intensas causaram danos em estradas e bueiros.
• Viamão - Devido às chuvas intensas ocorreu queda de uma árvore sobre uma residência, causando danos materiais, sem vítimas.
A Defesa Civil estadual segue apoiando, de maneira suplementar, os municípios afetados pelos eventos adversos, e atualizando as informações das áreas ainda na condição de alerta.
A Prefeitura Municipal juntamente com a Defesa Civil e Secretaria de Obras, informam à Nossa Gente Assisense que mais de 350 milímetros de chuva devastaram extensas áreas de nossas estradas, deixando um rastro de destruição e desespero. São Francisco de Assis possui mais de 3.700 km de estrada, do 1º ao 5º Distrito.
Mesmo em meio a uma grande e incansável força-tarefa, coordenada pelo executivo municipal através da Secretaria de Obras, que trabalhava arduamente na recuperação das estradas em ritmo acelerado, São Chico se viu atingido pela precipitação de chuva que transformou nossas vias em verdadeiras trilhas de desolação.
Infelizmente, tudo o que havíamos reconstruído foi novamente subjugado pela fúria das águas. Nossos esforços foram anulados, nossos avanços foram perdidos, e nossos cidadãos enfrentam agora uma dura realidade de isolamento e dificuldades.
Diante deste cenário, a Defesa Civil Municipal está realizando os levantamentos necessários para um possível Decreto de Emergência em nosso município. Estamos mobilizando todos os recursos e meios disponíveis para minimizar os impactos dessa catástrofe e prover o auxílio necessário àqueles que mais necessitam.
A Secretaria de Obras está empenhada em amenizar os problemas decorrentes das intensas chuvas, desde domingo as equipes da Secretaria estão em ação, dedicando-se à recuperação das estradas afetadas, todo o contingente humano e de maquinário foi mobilizado para os pontos mais críticos, visando minimizar os estragos.
Com a insistência das chuvas, a preocupação persiste. No entanto, o trabalho não cessará até que todos os reparos sejam realizados e a população possa transitar normalmente pelas estradas.
A colaboração e paciência da população são fundamentais enquanto trabalhamos para superar os impactos desse evento climático extremo.
Ao longo da sexta-feira (27), uma região de baixa pressão e o fluxo de umidade da Amazônia, favorecem as instabilidades sobre à metade Norte, Missões, Campanha e Sul gaúcho com temporais isolados e chuvas fortes. Entre o Noroeste e Norte, os volumes variam entre 60 e 80 mm/dia, e isoladamente aos 110 mm/dia.
No sábado (28), há temporais na maioria das regiões e com risco alto para transtornos associados às chuvas intensas e volumosas entre o Noroeste, Norte e Serra gaúcha.
| Os volumes pluviométricos para São Francisco de Assis não são elevados. Foto: MetSul |
Nessas áreas, os acumulados de chuva ficam em torno dos 150 aos 200 mm/dia no Noroeste, Norte e Serra, podendo passar pontualmente. A tendência é que as chuvas fracas a moderadas ainda atuam na metade Norte no domingo (29).
Após as intensas chuvas que caíram em nossa cidade, o Prefeito Municipal Paulo Renato Cortelini, liderou uma força-tarefa junto à Defesa Civil Municipal, Secretários Municipais e Assistentes Sociais onde, saíram a campo para inspecionar os inúmeros estragos causados pela enxurrada.
Lamentavelmente, o número de áreas afetadas foi expressivo. Apesar da persistência das chuvas, as equipes permanecem incansáveis nas ruas, priorizando o atendimento das necessidades mais urgentes da população.
Na sede da Prefeitura, uma equipe foi designada para prestar assistência à comunidade. Cortelini convocou todos os membros de seu governo, que fiquem à disposição para atender às demandas que forem surgindo. A busca por possíveis locais de abrigo para os desabrigados já está em andamento, uma vez que a chuva persiste. Gambá, destaca a importância de manter a fé neste momento desafiador, ressaltando que, apesar das adversidades, Deus está no controle. Ele enfatiza o compromisso do poder público em agir de maneira eficaz diante da situação.
Diante da magnitude dos estragos, a solidariedade e a colaboração de todos se fazem essenciais. A Prefeitura está mobilizando recursos e esforços para garantir o pronto atendimento às necessidades da população afetada. Cortelini assegura que todas as medidas necessárias serão tomadas para minimizar o impacto da tragédia e restaurar a normalidade em nossa cidade.